sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Deficiencias - Mario Quintana (dizem)
É aquele que não consegue modificar sua vida,
aceitando as imposições de outras pessoas ou
da sociedade em que vive, sem ter consciência
de que é dono do seu destino.
Louco:
É quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego:
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio,
de fome, de miséria, e só tem olhos para seus
míseros problemas e pequenas dores.
Surdo:
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo
de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está
sempre apressado para o trabalho e quer garantir
seus tostões no fim do mês.
Mudo:
É aquele que não consegue falar o que sente e se
esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico:
É quem não consegue andar na direção daqueles que
precisam de sua ajuda.
Diabético:
É quem não consegue ser doce.
Anão:
É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser
miserável, pois miseráveis são todos que não
conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre".
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Um pouquinho de TAO para beber...

- Assim como a natureza física produz os anticorpos e mobiliza os organismos na luta pela saúde, o mesmo ocorre com a natureza psíquica. É preciso esperar para que o espinho seja expelido pelo corpo, o Universo por si mesmo retifica.
- O homem massa julga-se perspicaz, útil, ao passo que o sábio é móvel como o oceano. Flutua ao sabor dos acontecimentos. É como o junco que subsiste porque se curva ao furacão que passa. Quando ruge a tempestade, ele é todo tempestade, quando vem a bonança é paz absoluta.
- A repetição de palavras gastas, a indigestão de conceitos livrescos, a pletórica rigidez de concepções sobre o bem e o mal, fazem com que o indivíduo se arvore em árbitro do mundo. A maioria das pessoas não vive, é vivida pelos acontecimentos, assim como a chama consome a vela.
- A solidão que os homens tanto detestam é o caminho do reencontro. A solidão não significa isolamento e sim possibilidade de ficar só no meio da multidão. Para isso não é necessário o mosteiro, a gruta ou a montanha. Basta aprender a ser para que então o TAO se manifeste plenamente”
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Vendo Átila...

Reli e transcrevi esse texto que estava em meu “caderninho”. Nele vejo Átila GG, o Grande Guimarães , que equaciona exatamente assim a sua vida. Elabora e constrói, com trabalhada disciplina cada passo de sua liberdade! Viva você Atilinha!
“A liberdade representa a força da disciplina interior.
É o resultado do controle sobre o poder arbitrário e absoluto, que domina nosso ser quando não nos conhecemos.
A liberdade como consciência da autodisciplina, da disciplina interior, constitui a base, o sine qua non de toda expressão livre do espírito.
A capacidade de dirigir a nossa própria vida requer contínua avaliação de objetivos revizando a natureza dos nossos desejos.
Não podemos ser felizes tentando fabricar a felicidade, que é uma conseqüência sistemática do exercício de nossa consciência. A liberdade não foi inventada, é fruto da experiência do espírito humano.
A palavra autonomia, o seu sentido, é resultante da consciência que se expressa no pensamento, nas palavras e nas ações.
Liberdade cresce na medida da consciência do que somos, do que queremos ser.
O homem que alcançou domínio de si mesmo, disciplina e exercita plenamente com segurança a liberdade, mesmo quando o pêndulo da história da humanidade se altera. Consciência e liberdade projetam sobre a humanidade a luz da verdade. Luz, consciência e liberdade”.
Leocádio Correia – psicografada em 11.03.91








