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domingo, 17 de outubro de 2010

André Geraissati




Sou uma guria abençoada... 
Adoro o que faço trabalhando e hoje, 
nesse domingo que está se acabando em chuva, 
ganhei um presente para os meus ouvidos.
 Esse moço que  acompanhava a orquestra sinfônica, 
tocou maravilhosamente. 


Tamus de olho...

sábado, 25 de setembro de 2010

fotografia digital, processo artesanal

1 - original


2 - 

                                                          
 3  -

                        
  4 -


O Photoshop é um programa extenso. Considero que tenho conhecimento de média porcentagem sobre as ferramentas que nele contem. Em outros países, os cursos têm duração de dois a dois anos e meio.
No Brasil, como somos “xspertuss”  a durabilidade de um curso de Photoshop é variada, de 8 horas a 6 meses, esticando bastante. Dessa forma, nunca fiz nenhum, aprendo e vou dominando através da prática diária,  por prazer e pelo meu ofício. Comecei a utilizá-lo entre 1999 / 2000, período em que jornais trocavam equipamentos analógicos pelos digitais aqui nas terras dos pinhais.
Não transformo pessoas como muitas vezes me pedem, entretanto, no caso dessa foto acima que faz parte de uma solicitação para expor no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sobre teatros tombados..  invoquei com ela e  claro,  meu feitio impôs outro desafio / brincadeira; retirar o poste/placa  de transito, o pedestre (papagaio de pirata) e as marcas de lavagem nas paredes pichadas. O mais difícil talvez tenha sido refazer o desenho do petit-pavè da calçada ou o janelão quadriculado atrás do poste, não sei... Durante quatro dias, trabalhei por alguns períodos nessa imagem, sou perfeccionista e acho que ainda falta... De qualquer forma, chega. Já tá bom prá mim,  acho que consegui ... Parabéns ! Ainda chego lá!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Pierre Verger

Pierre Verger 04.11.1902 - 02.1996.

Desfrutando de boa situação financeira, ele levou uma vida convencional para as pessoas de sua classe social até a idade de 30 anos, ainda que discordasse dos valores que vigoravam nesse ambiente. O ano de 1932 foi decisivo em sua vida: aprendeu um ofício - a fotografia - e descobriu uma paixão - as viagens. Após aprender as técnicas básicas com o amigo Pierre Boucher, conseguiu a sua primeira Rolleiflex e, com o falecimento de sua mãe, veio a coragem para se tornar um viajante solitário. Ela era seu último parente vivo, a quem não queria magoar com a opção por uma vida errante e não-conformista.
De dezembro de 1932 até agosto de 1946, foram quase 14 anos consecutivos de viagens ao redor do mundo, sobrevivendo exclusivamente da fotografia. Verger negociava suas fotos com jornais, agências e centros de pesquisa. Fotografou para empresas e até trocou seus serviços por transporte. Paris onde nasceu, tornou-se uma base, um lugar onde revia amigos - os surrealistas ligados a Prévert e os antropólogos do Museu do Trocadero - e fazia contatos para novas viagens. Trabalhou para as melhores publicações da época, mas como nunca almejou a fama, estava sempre de partida: "A sensação de que existia um vasto mundo não me saía da cabeça e o desejo de ir vê-lo me levava em direção a outros horizontes".
As coisas começaram a mudar no dia em que Verger desembarcou na Bahia. Em 1946, enquanto a Europa vivia o pós-guerra, em Salvador, tudo era tranqüilidade. Foi logo seduzido pela hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade e acabou ficando. Como fazia em todos os lugares onde esteve, preferia a companhia do povo, os lugares mais simples. Os negros monopolizavam a cidade e também a sua atenção. Além de personagens das suas fotos, tornaram-se seus amigos, cujas vidas Verger foi buscando conhecer com detalhe. Quando descobriu o candomblé, acreditou ter encontrado a fonte da vitalidade do povo baiano e se tornou um estudioso do culto aos orixás. Esse interesse pela religiosidade de origem africana lhe rendeu uma bolsa para estudar rituais na África, para onde partiu em 1948.
Foi na África que Verger viveu o seu renascimento, recebendo o nome de Fatumbi, "nascido de novo graças ao Ifá", em 1953. A intimidade com a religião, que tinha começado na Bahia, facilitou o seu contato com sacerdotes, autoridades e acabou sendo iniciado como babalaô - um adivinho através do jogo do Ifá, com acesso às tradições orais dos iorubás. Além da iniciação religiosa, Verger começou nessa mesma época um novo ofício, o de pesquisador. O Instituto Francês da África Negra (IFAN) não se contentou com os dois mil negativos apresentados como resultado da sua pesquisa fotográfica e solicitou que ele escrevesse sobre o que tinha visto. A contragosto, Verger obedeceu. Depois, acabou encantando-se com o universo da pesquisa e não parou nunca mais.
Nômade, Verger nunca deixou de ser, mesmo tendo encontrado um rumo. A história, costumes e, principalmente, a religião praticada pelos povos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de suas pesquisas e sua obra. Ele passou a viver como um mensageiro entre esses dois lugares: transportando informações, mensagens, objetos e presentes. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, conseguiu ir transformando suas pesquisas em artigos, comunicações, livros. Em 1960, comprou a casa da Vila América. No final dos anos 70, ele parou de fotografar e fez suas últimas viagens de pesquisa à África.
Em seus últimos anos de vida, a grande preocupação de Verger passou a ser disponibilizar as suas pesquisas a um número maior de pessoas e garantir a sobrevivência do seu acervo. Na década de 80, a Editora Corrupio cuidou das primeiras publicações no Brasil. Em 1988, Verger criou a Fundação Pierre Verger, da qual era doador, mantenedor e presidente, assumindo assim a transformação da sua própria casa num centro de pesquisa.
Fonte: FPV












terça-feira, 23 de junho de 2009

um ídolo em Congonhinhas

Ontem estive a trabalho numa cidade do norte velho do Paraná chamada Congonhinhas. O nome, vem da planta Congonhas, um “substituto” da erva mate.
Fui para fotografar a inauguração de uma Biblioteca Cidadã. Um projeto interessante que acontece entre municípios de pequeno porte, e o governo do estado.
Vi pessoalmente o atual presidente da república pela primeira vez, por volta de 79 /80. Foi lá no ABC paulista num movimento a céu aberto. Vestia camiseta de malha branca e calça surrada. Tinha menos massa corpórea, os cabelo e barba eram grandes e bem pretos. Não recordo exatamente qual era o fato daquele burburinho. Havia um palco de madeira abarrotado de políticos e em frente, um mar de metalúrgicos. Luis Inácio em meio a galera subiu de repente num caixote de madeira que metalúrgicos/sindicalistas improvisaram e começou a discursar.

Na segunda vez, veio à Curitiba através do PT quando se candidatou a presidência da república. Remodelado, vestia um terno cinza, tinha a barba e cabelos aparados. Corpo mais entroncado, os olhos brilhavam e empolgadíssimo respondia simpaticamente a todas as perguntas dos jornalistas até não restar mais dúvida alguma, todo animado ainda ficou para um papo pós entrevista.
Nessa coletiva que foi em um hotel local, o PT produziu um fundo bonito colocando as bandeiras do PT e do Brasil atrás dele. Fiz fotos lindas, entre elas, brinquei muito com o reflexo da bandeira do BR num copo de água com gás que estava sobre a mesa. Aquelas e as outras fotos renderam várias capas de jornal.
Se o encontrei em alguma outra pauta não lembro, mas as que, de alguma forma marcaram, foram essas duas e a de ontem em Congonhinhas.

Fomos de carro, a viagem cansativa porém lindíssima pela oportunidade de ver o campo e as plantações de milho, trigo e café. Com direito a desfrutar dos tons do por do sol lá na linha do horizonte que eu tanto adoro.
Hospedamo-nos em Cornélio Procópio, cidade um pouco maior e distante 45 km de "nhinhas", por questões de hotel. Fiquei no Midas que tinha um chuveiro a gás maravilhoso, no entanto depois do primeiro banho precisei mudar de ap. pois talvez por falta de vazão da água, inundou o box e o quarto inteiro kkkkkk . No quarto da jornalista idem e no da Secretária também com problemas de encanamento... Mas que o chuveiro era bom, era!

Acordei 07h30min, outro banho gostoso, café e simbora trabalhar.
Chegando ao lugar da inauguração numa praça pública, tudo estava cercado por carreiras de grades paralelamente perfiladas com distanciamento de 3 metros entre elas . Vários moradores da região chegaram bem cedinho para ver o "deus" Lula...
Acesso negado ninguém podia passar das grades, nem mesmo os secretários de estado, envolvidos no gerenciamento do projeto. HORASSSS de espera, para que a segurança local e policia federal tivessem certeza de que nenhum terrorista ou bomba haviam sido plantados ali.
rsrs... Essas cenas são interessantes aqui no nosso país... No Japão, os policiais andam desarmados e antes de irem a campo, passam por todo um preparo psicológico e emocional, fazendo vários cursos, entre eles ikebana... Desenvolvem um outro tipo de poder, enfim...
Sem aviso prévio as pautas foram trocadas e a inauguração que estava marcada para iniciar as 11:00 horas, só foi acontecer às 15:00. Na pequena cidade não havia restaurante, bar ou lanchonete abertos por que o prefeito havia decretado feriado em razão da visita do Silva. As mulheres do cerimonial de Brasília chegaram bem mais tarde. Faziam muita pose e logo percebi na fisionomia e postura delas um excessivo sentimento de poder que lhes causava pálido gozo ...
Mandaram a secretária da cultura (genitora do projeto), o de obras , o de ciência e tecnologia e o diretor da biblioteca pública liberarem a sala de estar da tal biblioteca a ser inaugurda, sem deixar nenhum pertence ou lixo, como garrafinhas ou copos descartáveis quando ele chegasse. E a mim, comunicaram que estava impedida de ficar lá sem credenciamento. Houve uma falha do cerimonial de Curitiba que esqueceu de enviar o nome da repórter e meu para incluir na lista de "acesso livre".
Lá de cima do pedestal de poder que interiormente se colocavam,
as luletes de Brasília, com aquele mesmo gozo pálido, insistiam em falar que eu não teria permissão para fazer a cobertura... indagavam-me a todo instante se eu era mesmo fotógrafa profissional e se estava de fato, a trabalho. Na tentativa de aterrorizar, diziam que a imprensa ficaria lá fora no chiqueirinho e quem sabe, por um súbito ataque de bondade, eu poderia no máximo, ficar lá, iam ver rsss... Cacete, que circo. É divertido e ao mesmo tempo um porre, ver o que o sentimento de poder faz com as pessoas... Isso me parece uma boa medida para se determinar tipos de comportamento humano.
A premonização unânime delas e dos seguranças, era a de que não haveria liberação, mas o veredicto final seria dado pelo fotógrafo oficial do planalto.
Ok, fiquei na área, conversei com várias pessoas que tinham ido lá para ver. Uma delas muito engraçada disse que todo aquele cercado parecia um zoológico e que ela se sentia do lado de fora vendo a agitação dos bichos.


Depois de muita espera, fome e boa dose de paciência, "deus" chegou. Em meio a muvuca toda, avistei o fotógrafo, furei a segurança e segui em linha reta até ele, disse rapidamente o que ele precisava entender e pude entrar. Os seguranças e as luletes ainda quiseram me barrar, o fotógrafo fez um sinal com a mão de PAREM, levantou o tom de voz e falou: "ela está comigo", estendeu a mão a frente, dizendo "por favor, entre". Ele compreendeu o porque de estar ali, foi simpático e muito gentil, nada a ver com a figura terrível que pintaram. Para decepção das meninas poderosas e dos seguranças, fui a única fotógrafa a acompanhar toda visita lado a lado, além do oficial do presidente.
Certa altura do campeonato, vi barrarem meu amigo e fotógrafo Arnaldo Alves, fui de encontro a eles e disse que estávamos trabalhando juntos... Liberaram Arnaldinho também! Voltando ao Lula...
Ontem vestia branco e jaqueta preta. Estava limpo e impecável. Coisa rara se manter assim nessa região, pois a terra do norte pioneiro é de um vermelho que impregna por tudo.
No olhar dele não há mais o tesão de outrora, era o oposto de tudo. Nenhuma entrevista, nenhuma palavra. Completamente calado.

Vi apatia, impaciência e desânimo para o corpo a corpo ao ter que iniciar aquele velho praxe político de cumprimentar e beijar crianças e velhinhos emocionados. Se misturar ao povão parecia um sacrilégio. A obrigatoriedade comportamental já deve ter estourado o saco dele há muito. Está robótico, aparentando medo e quem sabe até certa fobia dos fãs e iguais de antigamente, que o elegeram presidente.
Pessoas muito simples que conversei antes do agito geral variavam numa faixa etária de 3 a 86 anos... Havia dois irmãos cegos, um deles, quando sentiu ou ouviu que a barulheira se aproximava, pegou e acariciou o braço de um segurança achando que era o seu ídolo.

voltando do norte.


















quarta-feira, 10 de junho de 2009

Arnaldo Alves.

Tenho bons amigos, alguns há mais de trinta anos, pessoas queridas que muitas vezes passo longos períodos sem ver e quando encontro é só alegria no coração. Arnaldo Alves é um desses queridos. Um fotógrafo de mão cheia, com suas imagens sempre limpas e de uma simetria singular que tanto admiro. Por um tempo trabalhamos juntos na década de 90 e depois ele foi ou já estava paralelamente na Gazeta do Povo onde presenteou aquele jornal com suas belas imagens. Um dos últimos trabalhos relevantes lá, foi em Atenas, nas olimpíadas. Que fotos!! Ao retornar, por um piti chefial, leia-se bestial de puro ego, foi afastado. A época, tive sentimentos de pesar para com o jornal que acabara de perder um dos melhores fotógrafo que teve.
Eterno apaixonado pelo que faz, continua contabilizando belíssimos registros dessa cidade.Essas duas fotos recebi com grande surpresa... Arnaldo e eu, estávamos fotografando na escola de governo no MON e eis que ele me clicou sem eu saber. Adorei o presente Arnaldinho! Obrigada pelo carinho e tão boa surpresa, te quero bem meu bom amigo!
* Lembrei de um conversa que tivemos certa vez, numa pauta lá no Parque Tanguá, conto na volta do trabalho.

Acervo fotográfico doado ao Teatro Guaíra.

agência de notícias
http://www.paranaonline.com.br/editoria/almanaque/news/377841/

Gazeta do Povo
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=894926&tit=Guaira-recebe-acervo-de-fotos-sobre-bailarina




Foto de Alberto Viana

"O material foi doado pelo fotógrafo Reginaldo Fernandes e é composto de reproduções de imagens feitas por alguns dos fotógrafos mais conhecidos do Paraná. Como, por exemplo, Alberto Viana, Júlio Covello, Karin van der Broocke, Luciana Petrelli e até mesmo Reginaldo Fernandes."

terça-feira, 21 de abril de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

doidivanas -

Reginaldo Fernandez, o Regi é amigo e fotógrafo de muitos anos. Está até abril, expondo no MAC - Museu de Arte Contemporânea. Num dos espaços projetou homenagear a bailarina Rita Pavão. Fez um levantamento com outros profissionais e obeteve fotos de arquivo. Meu acervo, conta com quase 30 anos de história visual, e fiquei muito feliz em contribuir com a homenagem.
Não estive na abertura da exposição do Regi, estava em férias mas dias atrás passando por lá, encontrei fora a foto de minha autoria, surpreendentemente uma imagem acredito que feita pelo baiano, o Alberto Vianna, (preciso confirmar autoria) de 1982!! Caramba!! Não resisti e reproduzi a imagem para guardar e relembrar um período da minha vida!

Rita era uma boa amiga, formávamos um grupo de dança, e relembrando aqui, certa vez fomos nos apresentar em 7 Quedas, que na verdade eram 14, lugar belíssimo, especial, lá em Foz do Iguaçu...
O projeto QUARUP, foi um manifesto contra o inundamento de uma área que a ITAIPU Binacional faria. Num palco enorme, nosso show foi um sucesso total, ao contrario do manifesto que de nada adiantou. A área está sob as águas.
A alça da malha que Rita vestia durante a apresentação arrebentou e um dos seios ficou a mostra para o delírio da galera. Claro que ela tirou de letra, sem se constranger, seguiu livre e leve a linda bailarina.
Esse mesmo grupo, fez certa vez, uma temporada no Teatro Guairá com a peça o Sermão de Nasrudin, dirigido pelo Ailton Silva o Carú como era chamado por ter vindo lá da terras de Caruaru – PE.

Na foto do baiano, o Alberto Viana, da esquerda para direita, somos:
eu - abandonei a dança em 1986, ano que meu pai foi para o andar de cima, surtei e fui embora do BR.
Cleide - grande atriz provavelmente continua fazendo teatro, realmente nunca mais soube ou vi.
Angélica - dona da gargalhada mais gostosa e contagiante que já vi em toda minha vida, mora em SC casou com um sujeito que a proibiu de andar comigo rsrs ela obedeceu e NUNCA mais a vi.
Lenita - foi embora para Londres levou dois, dos 4 filhos que tem e até hoje, trabalha com a dança, dando aulas por lá.
Rita - era a que eu mais via ultimamente, morava próximo e sempre passeava com o cachorrinho por aqui, cada vez que nos víamos era festa de beijos e abraços... Há um ou dois anos, optou pelo suicídio.

*Sinto uma baita saudade dessas gurias e do delicioso tempo que vivenciamos!

segunda-feira, 16 de março de 2009

eu em 1980 por Américo Vermelho -

com uma toalha,
indo tomar banho no rio...
a água era gelada demaisss
prá encarar. Muita gargalhada!
Recebi essa foto há poucos dias.
Ela foi feita em Visconde de Mauá - Rio de Janeiro em 1980,
numa das viagens que Américo, Lelé, Irmo e eu, fizemos.
Um lugar belíssimo onde fomos acampar.
Sempre muitas fotos, Irmo era fotógrafo da Veja,
e se não me falha a memória, Américo da Isto É,
então fotografia era algo que não faltava.
Soube da existência dessa especificamente, há poucos
anos atrás quando ele, Américo, me pediu permissão
para expor num Museu do Rio.
Quando a recebi, dia desses, senti uma felicidade arrebatadora.
Não é apenas uma imagem, nessa foto está um relato, uma pequena parcela
da minha vida... um tempo. A fotografia que num
avo qualquer de segundo, registrou um período
que hoje, faz parte da minha história.
Lembrança singela do que foi entre tantas outras
coisas felicidade, pureza, energia, comportamento.
Uma geração cheia de crises loucuras e alegrias que só quem viveu,
sabe o que foi. Eu tinha de 22 para 23 anos
... e antes disso, muuuiiiita água já tinha rolado.
Coisa boa demais esse presente.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

domingo, 21 de setembro de 2008

Ernst Haas -

“Like a skilled violinist, a good photographer
has a direct connection between his heart and his hand”

"A câmera não faz diferença nenhuma. Todas elas gravam o que você está vendo. Mas você precisa VER"