Sonhei com minha filhotinha, nessa fase adolescente que vivencia.
Ela estava radiante, toda animada porque ia viajar estar com amigos como gosta. Iam acampar, eu os via organizando tudo. Aquele agito todo, entravam e saiam, carregavam coisas, tipo barraca, utensílios, bolsas, o “rango” sendo colocado em mochilas, etc. Tinha um detalhe, a casa onde nós duas morávamos era a casa onde eu morei até meus 7 ou 8 anos. As cenas eram na cozinha e na parte de fora, dos fundos da casa, tinha a escadinha o caminho do porão a esquerda, o espaço.
Bem eles estavam todos, e especialmente a F., super alegres, eu sentia a euforia deles. Ajeitaram tudo e foram acampar, saíram felizes e cheios de boa energia.
Cena seguinte me vi só na casa, e de repente F voltou, estava com dois amigos S., (esse considero o real amigo) e o N. que é apaixonado por ela. Filhota entrou na frente, passos rápidos estava pura angustia, queria me abraçar, queria o colo da mãe. Os meninos a seguiam, tinham vindo para acompanhá-la até a casa. Ela entrou abalada, sentou-se sobre uma pedra que havia fora da casa, encostou-se ao muro, exatamente como era na casa onde morei, tinha essa pedra próxima ao muro. Ela estava tão chateada e aniquilada, que se posicionou como se o corpo estivesse derramado ali no chão , na pedra no muro. Eu estava em pé, a via de cima para baixo, olhei para os olhos dela, eles brilhavam , eram grandes e refletiam, a tristeza estava estampada naqueles olhos... Perguntei o que aconteceu, porque havia voltado antes do previstio, ela estava muito sentida, magoada, os meninos começaram a falar que houve um desentendimento, uma briga entre outras pessoas, e F. segui falando que a amiga dela A. havia a agredido, balbuciou alguma explicação, não sei se ela tentou apaziguar a confusão e sobrou... Ou se foi por um motivo sem causa específica ou importante, foi algo súbito. Não lembro também o que ela disse, em verdade não era importante, o destaque é que ela estava machucada muito mais internamente que externamente. Eu a via sofrida, sofrendo, ressentida, olhei novamente para o rosto dela, a imagem fechou num detalhe, foquei em um olho só, estava mareado, molhado por fora, estava roxo... uma lágrima escorreu.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
Um sonho...noite de 26 para 27.09.07...

Tive um sonho lindo com A., ou com o espírito, ou a alma.
Não há como descrever o lugar ou o espaço físico onde estávamos não era aqui. O que havia em verdade, era a mais pura energia. Um mar de luzes circulava ao nosso redor, nos envolviam, estávamos entrelaçados, flutuávamos numa suave dança, como se fosse uma valsa. Havia paz e alegria, estávamos cobertos de uma única harmonia, de profunda felicidade. Abraço em parceria, conivência de energia. Havia pureza, leveza. Trocas e sorrisos através de olhares. Conversávamos através do olhar, ou através dos corpos que infiltravam um no outro. Uma simbiose, comunhão espiritual, sem palavras, apenas sensações de felicidade e plenitude. Essa era a troca. Luzes, luzes muitas luzes.
Tons resplandecentes, de um forte dourado que se mesclava ao brilho do branco. Apenas duas cores, dourado e branco. O movimento era circular como um redemoinho onde éramos a fonte e ao mesmo tempo receptores dessa força energética. As luzes saiam de nós e a nós voltava. Atravessava-nos, nos envolvia e tudo girava círculos de todos os tamanhos, do menos ao maior irradiavam em ondas horizontais num crescente e suave bailar. Por vezes saiam do meio de nós na vertical e logo se acrescentavam ao círculo. A troca que havia entre nós dois era tão intensa que mesmo estando os dois ali éramos um, algo como se fossemos feitos das mesmas luzes da mesma cor do mesmo tudo. E isso causava prazer emocional, espiritual.
Não há como descrever o lugar ou o espaço físico onde estávamos não era aqui. O que havia em verdade, era a mais pura energia. Um mar de luzes circulava ao nosso redor, nos envolviam, estávamos entrelaçados, flutuávamos numa suave dança, como se fosse uma valsa. Havia paz e alegria, estávamos cobertos de uma única harmonia, de profunda felicidade. Abraço em parceria, conivência de energia. Havia pureza, leveza. Trocas e sorrisos através de olhares. Conversávamos através do olhar, ou através dos corpos que infiltravam um no outro. Uma simbiose, comunhão espiritual, sem palavras, apenas sensações de felicidade e plenitude. Essa era a troca. Luzes, luzes muitas luzes.
Tons resplandecentes, de um forte dourado que se mesclava ao brilho do branco. Apenas duas cores, dourado e branco. O movimento era circular como um redemoinho onde éramos a fonte e ao mesmo tempo receptores dessa força energética. As luzes saiam de nós e a nós voltava. Atravessava-nos, nos envolvia e tudo girava círculos de todos os tamanhos, do menos ao maior irradiavam em ondas horizontais num crescente e suave bailar. Por vezes saiam do meio de nós na vertical e logo se acrescentavam ao círculo. A troca que havia entre nós dois era tão intensa que mesmo estando os dois ali éramos um, algo como se fossemos feitos das mesmas luzes da mesma cor do mesmo tudo. E isso causava prazer emocional, espiritual.
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