segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
We're all in the dance
Qual é então essa ligação entre nós,
Esta coisa indefinível.
Para onde vão esses destinos que se amarram...
Para nos tornarem inseparáveis.
A vida é uma dança que todos temos que dançar...
Conforme manda a musica.
As pessoas se movem juntas...
Como as chamas do fogo.
Sinta a batida melodia a rima...
Enquanto há tempo.
Vamos todos por aí.
Os pares são “achados e perdidos”...
Procurando mais uma oportunidade.
Tudo que sei é que...
Estamos na dança.
Na mesma dança.
O que então vai nos separar?
Quem por azar nos reúne?
Para que tantas idas e vindas...
Neste caminho infinito?
Avança aos fios do tempo...
A vontade do vento
Assim... vive-se o dia a dia.
Nossos desejos, nosso amor.
Vai-se sem ao menos saber
E continua...
Na mesma história.
Vamos todos por aí.
Os pares são “achados e perdidos”...
Procurando mais uma oportunidade.
Tudo que sei é que...
Estamos na dança.
Na mesma história.
A mesma história.
http://odeo.com/audio/11321763/view
We're all in the dance.
Elizabeth Anaïs - Cristophe Montieux
Por Fiest
Esta coisa indefinível.
Para onde vão esses destinos que se amarram...
Para nos tornarem inseparáveis.
A vida é uma dança que todos temos que dançar...
Conforme manda a musica.
As pessoas se movem juntas...
Como as chamas do fogo.
Sinta a batida melodia a rima...
Enquanto há tempo.
Vamos todos por aí.
Os pares são “achados e perdidos”...
Procurando mais uma oportunidade.
Tudo que sei é que...
Estamos na dança.
Na mesma dança.
O que então vai nos separar?
Quem por azar nos reúne?
Para que tantas idas e vindas...
Neste caminho infinito?
Avança aos fios do tempo...
A vontade do vento
Assim... vive-se o dia a dia.
Nossos desejos, nosso amor.
Vai-se sem ao menos saber
E continua...
Na mesma história.
Vamos todos por aí.
Os pares são “achados e perdidos”...
Procurando mais uma oportunidade.
Tudo que sei é que...
Estamos na dança.
Na mesma história.
A mesma história.
http://odeo.com/audio/11321763/view
We're all in the dance.
Elizabeth Anaïs - Cristophe Montieux
Por Fiest
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musica
minha filha, meu amor
Minha filhotinha saiu, e sairá cada vez mais e mais. É a natureza em andamento. Como todos nós, ela descobre a vida, a possibilidade de ir e vir, de ser e acontecer de selecionar a sua tribo, sua linha produtiva, sua espiritualidade ou cepticismo. Começa a degustar o sabor da liberdade e de uma projetada independência. Descobre como é bom voar e mergulhar sozinha no eterno aperfeiçoamento. Agrega experiências e fortifica para seguir seu próprio caminho. Assim É, assim FOI e assim sempre SERÁ. O filhote humano é o que mais tempo necessita para sair de perto da mãe, talvez seja por isso que ficamos meio viciadas na companhia deles. Nos finais de semana sinto falta da minha companheira do dia a dia, da minha amiga, da menina que com a mais absoluta certeza, sei que me quer bem. Tenho essa certeza. Nós trocamos amor, partilhamos uma sublime forma de amar desde o dia em que, conscientemente a gerei. Torço pela felicidade e realização dela como pessoa, como mulher, como profissional, como ser humano, como cidadã, como mãe talvez. Aqui ou longe da terra sempre a terei carinhosamente em meu colo, em meu coração.
Veio agora... Diariamente antes do banho a massagem que fazia nela, em todo corpinho... desde recém nascida, depois no loooongo período em que usou o aparelho ortopédico... Só podia ficar sem o aparelho por cinco minutos durante as 24 horas do dia, eu deixava dez. Cinco para a massagem e os outros cinco para o banho. Era um momento especial, um ritual. Quando isso começava uma energia tão forte e linda emanava... o silencio prevalecia, eu a tocava com as mãos e ela instantaneamente relaxava, passávamos então, a conversar através do olhar. Nem por meio segundo uma desviava os olhos da outra... uma vibração divina.
Veio agora... Diariamente antes do banho a massagem que fazia nela, em todo corpinho... desde recém nascida, depois no loooongo período em que usou o aparelho ortopédico... Só podia ficar sem o aparelho por cinco minutos durante as 24 horas do dia, eu deixava dez. Cinco para a massagem e os outros cinco para o banho. Era um momento especial, um ritual. Quando isso começava uma energia tão forte e linda emanava... o silencio prevalecia, eu a tocava com as mãos e ela instantaneamente relaxava, passávamos então, a conversar através do olhar. Nem por meio segundo uma desviava os olhos da outra... uma vibração divina.
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eu comigo
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Mario Gomes.
Beijei a boca da noite
E engoli milhões de estrelas.
Fiquei iluminado.
Bebi toda a água do oceano.
Devorei as florestas.
A Humanidade ajoelhou-se aos meus pés,
Pensando que era a hora do Juízo Final.
Apertei, com as mãos, a terra,
Derretendo-a.
As aves em sua totalidade,
Voaram para o Além.
Os animais caíram do abismo espacial.
Dei uma gargalhada cínica
E fui descansar na primeira nuvem
Que passava naquele dia
Em que o sol me olhava assustadoramente.
Fui dormir o sono da eternidade.
E me acordei mil anos depois,
Por detrás do Universo.
E engoli milhões de estrelas.
Fiquei iluminado.
Bebi toda a água do oceano.
Devorei as florestas.
A Humanidade ajoelhou-se aos meus pés,
Pensando que era a hora do Juízo Final.
Apertei, com as mãos, a terra,
Derretendo-a.
As aves em sua totalidade,
Voaram para o Além.
Os animais caíram do abismo espacial.
Dei uma gargalhada cínica
E fui descansar na primeira nuvem
Que passava naquele dia
Em que o sol me olhava assustadoramente.
Fui dormir o sono da eternidade.
E me acordei mil anos depois,
Por detrás do Universo.
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poesia
Tempo e Paciência
Para saber usar o tempo
é preciso antes de tudo,
ter estreita intimidade com a paciência.
Tenha o seu tempo.
é preciso antes de tudo,
ter estreita intimidade com a paciência.
Tenha o seu tempo.
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